A Incrível e Fantástica Jornada do Pinhão com Dendê
Registros de uma Viagem Aquelística.Arquivo para Julho, 2008
Mais Resumo
8 Julho Terça
Saímos de Natal de manhã cedo, pelas praias da costa do sol, a maior moita de caju do mundo, pirangi e búzios e finalmente a praia da pipa, a mais bela da viagem. Passeio de barco entre falésias e golfinhos e mergulhos, plasticamente perfeito. Almoçamos bode na brasa em Canguaretama-RN e á noite, sob a maior chuva, chegamos em Jacumã no litoral sul da Paraíba. Ruas intransitáveis, chegamos ás raias do irrealismo ao tentar encontrar uma pousada aberta na praia de carapibus. Acabamos de volta ao centrinho de Jacumã onde o jacumã lodge hotel nos esperava com descontos, café quente e piscina gelada, after all.
9 Julho Quarta
Esploramos finalmente as praias paraibanas, a parte aberta da Tambaba, Coqueirinhos com seu ar de canção instrumental do Santana, Tabatinga deserta. Seguimos viagem atravessando pernambuco, os baianos realmente não gostam de pernambuco e isso merece teses junguianas de doutorado. Entramos em Alagoas pela via litorânea e acabamos em Maragogi, um tremendo balneário super-estruturado onde nos permitimos 3 cervejinhas, um belo caldo de mariscos e a última escala hoteleira da viagem.
10 Julho Quinta
Depois de Maragogi, fizemos as pazes com Maceió onde na viagem de ida não tínhamos sido muito felizes; hoje pela orla, foi fácil e bonito atravessar. E o dia foi de viagem acelerada, zunimos pela estrada até a bahia, parada para um caldo de sururu já na via verde, a chegada em Lauro de Freitas ao cair da noite.
11 de julho Sexta.
De manhã levamos Adelson ao aeroporto, de partida para uma feira marketônica em São Paulo. Entrei em Salvador com Rabuja para a parte realmente baiana dessas férias.
Natal.
Não dá prá explicar rapidamente o que foi Natal. Era o destino principal da viagem e assim foi; três dias espléndidos em trocentos e vinte e quatro sentidos. Desde a adrenalina com-emoção rodoviária pelas ruas até a paz de espírito da segunda-feira em jenipabu; foi bom. Amanhã voltamos para a estrada profunda, Costa do Sol, Praia da Pipa e Paraíba.
Goodbye goodbye goodbye and good riddance to bad luck !
Résumo dos 3 primeiros dias
Dia zero:
depois de levar 8 horas prá chegar na engarrafolândia-sp e mais uma até congonhas, voei até salvador onde rabuja e moca cantavam as aeromoças; fomos até a casa de moca no buraco da vovó (é isso mesmo..), planeamos um monte de coisas e dormimos.
Dia 1:
Seis da manhã estradeamos, a idéia era acabar o dia em pernambuco ou na Paraíba, mas calhou de pararmos em Coruripe, o pontal do Coruripe-AL. Era necessário ficar. Moqueca de aratu é muito bom. O pontal protegido pelos recifes, qualquer coisa de.
Rabuja fez trocadilhos de triste lembrança sobre dona Ada, a dona da pousada. E dormimos ao som do mar de alagoas.
Dia 2
(meu celular não funciona mais, travou durante Coruripe e não pega mais sinal algum)
De manhã fomos seguindo pela orla alagoana e paramos num mirante coqueirístico
na praia do gunga; ficamos a manhã na praia do francês, os prédios de Maceió ao longe.
Passeio de barco, mergulho nos recifes, moqueca de camarão, o pacote todo. Atravessamos Maceió na hora do rush, cagada nossa. Perda de tempo ali e no contorno de Recife, cidade grandalhona que não deu vontade nenhuma de parar, ao menos ao anoitecer. Na volta a gente vai, conhecer Olinda e tudo. Jantamos cordeiro-de-sol, acabamos na Ilha de Itamaracá para a noite de sono mais calma de todas.
Dia 3
A manhã foi na ilha de Itamaracá mesmo, o Forte Orange onde holandeses e portugais
se estapeavam em tempos idos. fomos no Projeto Tamar conhecer os peixe-bois, cujo nível de fofura encheu de contentamentos o coração do nobre Adelson.
Entramos em João Pessoa e foi ruim, acabamos perdidos num centro histórico que até
agora não sei se existe de verdade. Deixamos as praias para a volta e subimos pro norte.
Almoço em Mamanguape-PB, perto da fronteira com o Rio Grande. Natal ás seis da tarde. Vamos parar por aqui hoje e amanhã, (pelo menos) tomar cerveja, finalmente. Bom chegar. Saudades das pessoas. Estradas coqueirentas, gentis, quentes, gostosas essas do nordeste. E é isso.
Depois tem mais


