Dia zero:
depois de levar 8 horas prá chegar na engarrafolândia-sp e mais uma até congonhas, voei até salvador onde rabuja e moca cantavam as aeromoças; fomos até a casa de moca no buraco da vovó (é isso mesmo..), planeamos um monte de coisas e dormimos.
Dia 1:
Seis da manhã estradeamos, a idéia era acabar o dia em pernambuco ou na Paraíba, mas calhou de pararmos em Coruripe, o pontal do Coruripe-AL. Era necessário ficar. Moqueca de aratu é muito bom. O pontal protegido pelos recifes, qualquer coisa de.
Rabuja fez trocadilhos de triste lembrança sobre dona Ada, a dona da pousada. E dormimos ao som do mar de alagoas.
Dia 2
(meu celular não funciona mais, travou durante Coruripe e não pega mais sinal algum)
De manhã fomos seguindo pela orla alagoana e paramos num mirante coqueirístico
na praia do gunga; ficamos a manhã na praia do francês, os prédios de Maceió ao longe.
Passeio de barco, mergulho nos recifes, moqueca de camarão, o pacote todo. Atravessamos Maceió na hora do rush, cagada nossa. Perda de tempo ali e no contorno de Recife, cidade grandalhona que não deu vontade nenhuma de parar, ao menos ao anoitecer. Na volta a gente vai, conhecer Olinda e tudo. Jantamos cordeiro-de-sol, acabamos na Ilha de Itamaracá para a noite de sono mais calma de todas.
Dia 3
A manhã foi na ilha de Itamaracá mesmo, o Forte Orange onde holandeses e portugais
se estapeavam em tempos idos. fomos no Projeto Tamar conhecer os peixe-bois, cujo nível de fofura encheu de contentamentos o coração do nobre Adelson.
Entramos em João Pessoa e foi ruim, acabamos perdidos num centro histórico que até
agora não sei se existe de verdade. Deixamos as praias para a volta e subimos pro norte.
Almoço em Mamanguape-PB, perto da fronteira com o Rio Grande. Natal ás seis da tarde. Vamos parar por aqui hoje e amanhã, (pelo menos) tomar cerveja, finalmente. Bom chegar. Saudades das pessoas. Estradas coqueirentas, gentis, quentes, gostosas essas do nordeste. E é isso.
Depois tem mais


